03.02.09

Estou aqui em corpo, mas não em mente. Os meus pensamentos 'voaram' para paragens longínquas, carregadas de sol e boa disposição. Imagino a praia e a chuva tropical a cair sobre a minha pele bronzeada. O som da água, o bater das ondas no areal fino e suave. As pessoas a correr à beira mar; as crianças a brincar com baldes e ancinhos; os calções e bikinis coloridos; os castelos e construções na areia; os peixes extravagantes na água límpida e resplandecente.

Verão. Ai, soa tão bem. O simples pronunciar desta palavra torna o brilho dos meus olhos comparável a duas pérolas gigantes.

E as noites? Quentes e animadas, repletas de música e danças exóticas. A harmonia surpreendente entre dois corpos que se completam; o bater forte do coração quando ouvimos passar a música que nos faz mexer e abanar o corpo todo ao som do ritmo de Verão. As novas amizades; os números trocados; as bebidas frescas e coloridas; os tops curtos e as mini-saias; as havaianas com padrões alegres e festivos; as coroas de flores; os colares espampanantes; as horas infinitas na pista de dança, e o mais importante... os sorrisos inesquecíveis de uma noite memorável.

Volta Verão!

publicado por Catarina às 21:11

02.02.09

 

 

Release your inhibitions

  Feel the rain on your skin

publicado por Catarina às 10:05

01.02.09

 

 

Há outras pessoas, há sempre outras pessoas. Outros sorrisos, outros olhares, outros ‘talentos escondidos’. A meu ver, ficar agarrado ao passado não é uma opção, principalmente quando nos podemos gabar de ter a sorte de encontrar pessoas com vontade de nos fazer felizes. E que aparecem sem sequer darmos conta. Entram na nossa vida devagarinho, e fazem as coisas da forma mais ‘leve’ possível, de modo a não exercerem qualquer pressão. Sim, porque apesar de tudo, o passado fica sempre presente, e não desaparece tão rápido como muitas vezes gostaríamos.

Passam-nos muitas vezes imagens pela cabeça, que recordamos todos os dias. Idealizamos coisas que nunca chegámos a fazer, e que mesmo assim conseguimos descrever ao mais ínfimo pormenor. A forma como o fizémos; o local; o ambiente circundante; as expressões faciais e corporais; os cheiros; os sons.

Mas isso não importa. Por muito que os sentimentos se mantenham ou que tenhamos vontade de fazer o ‘tempo voltar atrás’, isso já não importa. Acabou, foi o fim. E a verdade é que não volta.

Agora o importante é dar valor a essas ‘novas pessoas’, deixar que entrem nas nossas vidas e que aprendam a conhecer as nossas qualidades e os nossos defeitos. Voltar a entregar o coração, mas com mais cuidado, para que desta vez ele não volte a ficar reduzido a metade.

 

Novas experiências. Novo espírito.

‘life goes on’

publicado por Catarina às 18:17

30.01.09

Certo dia, no tempo em que tudo na terra falava (até o rochedo), a rosa furiosa reclamava com a antipatia da abelha, dizendo que tinha sido muito mal-educada com ela. Reclamava, barafustava, gritava,...

Mas, a paciente e sábia abelha, filha da rainha, encheu os seus fininhos pulmões e disse:

- Reclama, tens todo o direito, o meu comportamento não foi correcto, desculpa... Mas digo-te isto: nada vai afectar a nossa relação, tal como os humanos se unem em laços eternos de amor, de amizade, nós não conseguimos viver um sem o outro, é-nos impossível...

As pétalas relaxaram, o roto ficou menos pesado e a rosa esboçou "aquele" sorriso, sorriso que era só dela.

- Eu sei.

E a relação continuou, mesmo com a irritabilidade da rosa e com as respostas secas da abelha, continuou até aos nossos dias. E uma prova disso é a abelha ir todos os dias de manhãzinha dar um beijo de acordar à rosa e levar pólen para encantar o mundo.


João Prata - Prenda de Natal

Coimbra, 5 de Fevereiro de 2007

publicado por Catarina às 21:22

Quando alguma coisa termina, lembramo-nos sempre das pessoas a quem não damos o devido valor, e que merecem muito mais do que qualquer outra.

Relembramos pessoas antigas; amizades que perdemos durante longos períodos de tempo. Ficamos com saudades das alegrias que nos eram proporcionadas, dos momentos vividos, das experiências partilhadas.

Falo em especial de ti, Andreia. A nossa amizade ficou destruída, por erros que eu cometi, por asneiras que fiz sem pensar e pelas palavras que disseste sem sequer te aperceberes. Houve dias e dias em que me arrependi, em que me lembrei de ti e das nossas conversas, dos segredos que te contava, das visitas que fazias a coimbra e das vezes em que gritavas 'ESTÁS TÃO MAGRA, CATARINA. TENS QUE COMER!'. Pensava em tudo, mas ficava calada. Não tinha coragem de te voltar a pedir desculpa mais uma vez, sabendo que nunca irias aceitar.

A verdade é que quando menos esperava, apareceste. Voltaste e pediste-me ajuda, como costumavas fazer. Voltaste a encher os meus dias de felicidade, mesmo quando à partida isso parecia impossível. Trouxeste novamente o espírito das 'gomas, chocolates e chupa-chupas',  a alegria de viver e de sorrir para a vida.

Agora que voltaste, nunca mais vai existir nada que possa fazer recuar a nossa amizade. Passámos pela maior 'tempestade', e ainda assim conseguimos voltar a construir tudo. Passo a passo. Com cores vivas e espampanantes.


Adoro-te, não tenhas qualquer dúvida <3


(peço desculpa não ter escrito durante tanto tempo, mas agora 'voltei'.)

publicado por Catarina às 21:02

08.01.09

'Na natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma.'

publicado por Catarina às 22:11

05.01.09

 

"soube a cor dos teus olhos mesmo antes de os imaginar, e o teu sorriso antes de lhe conhecer o sabor.

soube o que são sentir saudades de quem gostamos muito. e soube principalmente o que é esperar em vão por corredores escuros onde me encontro sempre com alguém com quem já me cruzei antes. um sorriso, um adeus. um choque de sensibilidades. soube o valor de um beijo na testa, de um abraço de agradecimento, e de um nome escrito no peito."

 

in:

http://gxxvn.blogspot.com/ 

publicado por Catarina às 08:48

04.01.09

Percebi que os nossos problemas não são nada comparados com os de algumas pessoas, e que às vezes basta um esforço para tornar as coisas melhores. Largar um vício, ou simplesmente abandonar algo que nos dê muito gosto fazer, mas que no fundo nos faz mal. A compensação pode ser maior ou menor. Somos nós que temos que a avaliar, tomar conta dos riscos que corremos, e apercebermo-nos do que realmente importa na nossa vida.

Vejo o meu futuro ao teu lado. Todos dizem constantemente que ‘fomos feitos um para o outro’, que ‘vamos ficar juntos para sempre’.

Mas tu não és um princípe dos contos de fadas. És imperfeito, mas és real. No fundo, és a minha realidade.

Vamos deitar tudo a perder por não conseguirmos encontrar um equilíbrio? Por não conseguirmos unir esforços a fim de ultrapassar problemas? Por sermos incapazes de conversar e expressar sentimentos, quando os problemas são maiores do que podíamos imaginar?

Sinceramente, eu não sou assim. Eu luto por ti, enfrento os problemas. Faz isso comigo, é a única coisa que te peço. A dois é sempre melhor.

 

Encontra um equilíbrio entre a cabeça e o coração.

publicado por Catarina às 19:12

03.01.09


 

 

É sem dúvida um título que dá que pensar. E quando não se vê, pode-se sempre imaginar. Gosto de pensar que as estrelas são seres humanos, como nós. Podemos conversar com elas, contar-lhe as ‘nossas coisas’ e elas ouvem-nos sempre com um sorriso. Eu sei, isto pode parecer inocente da minha parte, mas acredito em estrelas e acredito que elas existem por alguma razão. Não são meramente decorativas, não servem para enfeitar o céu. Não são bonitas só porque se põem no topo da árvore de natal. As estrelas verdadeiras têm um significado. Cada uma delas é uma resposta. Lembro-me de quando estava ao telemóvel contigo e a única coisa à minha volta eram estrelas. O fundo era preto e havia tantos pontinhos brilhantes no céu, que nem que ficasse a noite toda a contá-los conseguia terminar. Foi na altura da decisão. E quer acredites quer não, foi lá que encontrei algumas das minhas respostas. Houve noites e noites seguidas em que me sentei junto ao muro branco e fiquei a olhar para elas, enquanto pensava em ti. E foi o ‘sorriso’ de uma delas em especial, que me ajudou a perceber o sentido das coisas. A minha estrela. Aliás, a partir daquele dia passou a ser ‘nossa’, embora nunca te tenha contado.

E enquanto for assim, enquanto encontrar as minhas respostas em coisas simples como esta, nada vai impedir-me de ser feliz.

Nem agora, nem nunca. E sabes porquê?  Porque as estrelas são infinitas, assim como a minha/nossa felicidade.

 

 

publicado por Catarina às 10:25

02.01.09

(...) É como se construíssemos um castelo na areia. Primeiro temos a base, e há vários passos até chegarmos ao topo. A base já a temos há muito tempo: a amizade. E agora, enquanto namorados, estamos a fazer o nosso ‘percurso’ até ao topo. Tenho a certeza que vamos chegar lá, porque quando estamos juntos não há nada que se torne impossível de conseguir. E depois podemos sempre personalizar o nosso castelo. Construír um túnel para eu te ir visitar; ou uma bandeira capaz de selar o nosso ‘amor para sempre’.

 

p.s: eu amo-te

 

 

 


publicado por Catarina às 13:34

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